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21 de out. de 2016

A LIBERDADE DE SER!

Amar é algo maravilhoso!
Um estado de espírito surreal!
Ao qual nos entregamos por prazer espiritual.
Algo assim, como compor música celestial!

Ou fazer uma descoberta mundial!
Digna de prêmios e louvores.
Nos colocando em estado incomparável!

Mas se o seu modo de ser 
não for aceito por outras pessoas?
Se os conceitos ou pensamentos!
Mais íntimos batem de frente?

Em desacordo inclusive,
com as pessoas amadas?
É doído demais... 
Quando amamos, acreditamos ter encontrado o complemento tão esperado.

O que amamos é o que falta em nós...
Algo errado com isso?
Sim e não!

Sim, porque nos fere se não somos aceitos.
Não passamos pelo crivo dos demais.

Não!
Porque não precisamos desse aval 
para ter um amor normal.
Os que ficam viúvos ou perdem seus afetos...

Nem por isso deixam de amá-los.
O amor continua, mesmo sem o amado. 
O amor é autossustentável.
Se alimenta sozinho!
Cresce mesmo assim.
Não precisa de dois, só de "mim".

Ninguém deve mudar ninguém!
Devemos ser o que somos e torcer para que o outro nos respeite como amamos.
Não é lícito se metamorfosear.
Amor é de verdade, não admite mascarar.

Quem engana, se engana.
Ao tentar ludibriar...
Por mais que eu te ame! 
Ando ainda mais a me amar.

Disso posso me orgulhar.
Só poderei amar ao outro.
Se souber me amar.

Admiração é o que nos leva pela mão!
Já que amamos, tudo que admiramos.
É prerrogativa básica.
Se não gosta do jeito que o outro é... 
nem adianta procurar.

O amor só encontra, a quem sabe se amar.
A admiração só se aninha, na liberdade que se dá!

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